Bianca Bin defende empoderamento da mulher: ‘Não acho que seja utopia’

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Lugar de mulher é… no lugar em que ela quiser estar. E ela tem que ser quem desejar. Acima de tudo, respeitada! A ideia vale tanto para a batalhadora Maria, de “Êta mundo bom!”, quanto para sua intérprete, Bianca Bin, de 25 anos. Defensora dos direitos femininos, a atriz sustenta que o real empoderamento da mulher ainda está por vir.

— A representatividade da mulher na sociedade era muito pior. Melhorou, mas ainda não chegamos ao ideal. Não acho que seja utopia. Dilma (presidente afastada do Brasil) sofre pressão de qualquer forma, por conta do cargo. Acho que há preconceito contra ela só por ser mulher — critica Bianca.

Na ficção, mãe solteira, Maria foi expulsa de casa pelo pai, indignado com sua gravidez antes do casamento. A união com Leandro (Pedro Brandão, curiosamente marido da atriz na vida real, há cinco anos) só não aconteceu porque ele morreu antes.

— Maria é uma mulher de muito caráter e força, numa época difícil. Escolher ter Alice numa situação tão complicada foi lindo — defende a atriz, que compara: — Quanto mais distante o personagem de mim, mais interessante.

Maria aceita casar com Celso ( Rainer Cadete ), apesar de saber que ele não é flor que se cheire Foto: Rede Globo/Divulgação

Já recuperada da perda do namorado, Maria, agora, namora o mau caráter Celso (Rainer Cadete). Em tempos de grande influência das redes sociais na audiência da TV, Bianca conta que acompanha com ansiedade a repercussão do casal da trama escrita por Walcyr Carrasco:

— Acaba o capítulo e eu corro para o Twitter, para ver como os fãs reagem. Celso é vilão, mas é humano. Ela seria a redenção dele.

Bianca Bin é casada há cinco anos com o ator Pedro Brandão
Bianca Bin é casada há cinco anos com o ator Pedro Brandão Foto: Ramon Vasconcelos/Rede Globo

Enquanto na trama o destino é incerto, a realidade está muito bem programada.

— Penso em ser mãe lá pelos 30 anos — planeja ela, que defende que a escolha da mulher em não ter filho deve ser encarada com naturalidade: — Vera Holtz (atriz) é meu exemplo de mulher bem resolvida com essa questão de não ser mãe. Isso é natural.

Com o discurso empoderado na ponta da língua, a atriz afirma que também gosta de ser dona de casa:

— Moro num lugar grande, e a secretária vai uma vez por semana limpar. Faço tudo nos outros dias. Poderia tê-la mais vezes comigo, mas curto cuidar do meu lar.


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